ESCREVENDO PARA VIVER -
"A poesia não se entrega a quem a define", Mário Quintana
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Esta música faz parte do meu filme preferido sobre questões escolares, o Mentes Perigosas, com Michelle Pfeiffer no clássico papel da professora que vai pra uma turma que ninguém quer e dá um jeito de ensinar alguma coisa a eles com empenho e dedicação, indo além da sala de aula, mudando as vidas e perspectivas de seus alunos, o que nos leva ao segundo filme abaixo, que é baseado nessa historinha aí, mas realmente aconteceu!
The Freedom Writers, ao qual assisti hoje. Made me cry, pretty good. Com Hillary Swank no apel da professora Erin, ou Miss G como os alunos acabam por chamá-la.
O próximo é sobre um professor nas mesmas condições das duas colegas acima, porém ele ensina dança, e junta seu gosto clássico à dança de rua de seus alunos condenados ao tempo integral na escola. Dá certo! Também baseado em uma história real, com Antonio Banderas no papel do professor Pierre Dulaine.
Bom esses são os que vi até hoje, ou hje mesmo. Depois posto mais, porque tenho um ai na mira para ver hoje. Bye!
Lídia fez seis meses há uma semana. Passa mesmo bem rápido esse tempo entre o nascimento dela até agora, apenas seis meses, já seis meses. De quietinha e só dormindo, ela passou a super acordada, agitada, mexe bracinhos e pernas o tempo todo. Chora e reclama, dá sinais de raiva e muita braveza sempre que contrariada! No banho, bate na água e me dá um banho também. Olha para ela e me pergunto se é verdade, se sou mesmo a mãe dela - ela já diz mamá, mamã - mal acredito, sei lá, até pouco tempo eu estava sozinha, perdida, pensando em que rumo tomar na vida, aí veio o amor, o papai, aí veio ela, a minha doçura, minha princesa. Temos passado por muitos problemas, mas quando eu olho pra ela me animo de novo, sei que não posso nem devo vacilar, é respirar fundo e seguir em frente. Tudo parece um grande clichê agora, mas é isso mesmo: ser mãe é padecer no paraíso. Às vezes perco a paciência, quero dormir, quero assistir tv, fazer as coisas em paz, Lídia não deixa, mas aí lembro que ela é s...
Sinto uma falta terrivel de carinho e de mim mesma de repente. O dia amanheceu frio e lindo: chuva o dia todo. À tarde, eu passei momentos bons, de paixão e prazer. Mas de repente agora à noite, pensando no pouco tempo q tenho para a monografia, sinto uma falta terrivel da tarde de hj, da cama, do corpo, do outro, ah, essa necessidade do outro... das caricias, dos beijos..já nao me importo se o mundo gira; se eu estou na roda, é relaxar e curtir...vou caminhando, ainda que devagar, mas caminhando...a vida é urgente e urge viver cada momento, mas sem pressa, viver intensamente... meu medo tbm é intenso...lágrimas de pura tensão...terminarei a monografia? meu Deus, por onde começo as partes que ainda faltam? nao consigo...preciso da tarde de hj, dos beijos, dos abraços, do desejo, as carícias, o silêncio e o olhar entre um beijo e outro. Preciso me lembrar quem sou e por onde começar a arrumação. Quarto da empregada? meu medo é a barata... - Totó, me dá um abraço? disse Clara, d...
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