quarta-feira, 8 de junho de 2011

Priest

Acabei de sair do cinema, fui ver Priest, padre. Muito bom filme: padres treinados pela Igreja contra vampiros. Mas uma nova raça de vampiros está por vir: a mistura deles com humanos. Sim, pois no filme eles são só monstros, mas a rainha dos vampiros pega um exemplar humano, um dos padres mesmo, e o transforma na nova geração. O filme tem um gosto de continuação no final - espero que tenha uma. Muito bom.

Quase não ia ao cinema hoje, mas estava precisando. Assim como preciso da festa de sábado agora. Preciso. Não sei do que preciso porque eu me sinto longe dEle, mas não consigo me aproximar; ao mesmo tempo, não caio de vez pra lá...na gandaia (axu q já falei isso, não?). Eu não sei, me sinto perdida. Preciso voltar para Ele; preciso de sacrificio, foi o que o filme me disse, e também o meu pastor, no culto de domingo. Sacrificio é a palavra-chave na servidão à Deus; sim, servidão e sacrifício, e é assim que é. parece loucura, mas a loucura é um meio do qual Ele lança mão; não é loucura, só aos olhos humanos.

Os meus olhos humanos, meu corpo, meu desejo... nada disso me deixa serví-LO bem. O que fazer? Sei bem o que fazer, mas "a porta é estreita" muito estreita. Mas eu tenho que decidir o que quero. O que quero? Dinheiro pra viver e viajar, e me afastar das pessoas. Tem jeito? Dinheiro, sim; afastamento, não. Até tem jeito, mas... nenhum ser humano é uma ilha. And that's all. Gúd náiti!