segunda-feira, 24 de junho de 2013

Minha gata-menina


Calma, ainda não sei o sexo do meu filho; falo do meu bebê primeiro, Calabresa. Ela está aqui ao lado, sempre me olhando, acompanhando meus movimentos e os do cursor na tela. deita a cabecinha no teclado e fica com as orelhinhas em pé, olhos grandes na tela. Encontrei Calabresa há 1 ano e três meses, estava pequenina e miava incessantemente na rua, num prédio aqui da frente. Não aguentei, levantei da cama tarde já da noite e fui na rua. Me deparei com aquela coisinha branca miando. Chamei-a, peguei-a e trouxe pra casa. daqui ela nunca mais saiu, exceto uma vez, que sumiu uma semana e voltou com um grande inchaço na perna, do qual se recuperou, mas a perninha ficou torta. Era uma coisinha medrosa: tinha, e ainda tem, medo de altura, assusta-se quando chegamos perto, não gosta que a peguemos no colo. Só come ração fresquinha, de preferência whyskas e com a vasilhinha cheia. Já tentei me livrar dela: teve cinco filhotinhos, sendo 4 branquinhos feito ela e um rajadinho feito um tigre. Todos doados. Calabresa ficou meio perdida, solitária, mas logo voltou a ser a minha gatinha, correndo pra lá e pra cá. Minha menina, não vivo mais sem. Não creio que ela vá me prejudicar, mas mantenho certa distância. Só não quero mais mandá-la embora, seria como se livrar de um filho...
Em relação ao meu baby, nada de mais. tenho sentido mais fome, mais sono, tudo dentro de um limite aceitável, creio. Ainda não o sinto, mas andei lendo, nada de anormal. Dia 7 vou a BH para o concurso. Tenho estudado, não tanto quanto gostaria, mas estou me esforçando. Mais de cem pessoas para cada vaga - são 4!! Seja feita a vontade de Deus.
Sentimental eu sou... acho que estou mais sentimental também. Ainda lembro do passado, com uma nova visão, claro. Não tem mais tanta importância. Tem certos acontecimentos que fazem a gente virar a página, ainda que à força e ainda que as cicatrizes estejam lá, eternamente. Querendo Deus, tudo dará certo; é dele a palavra final. 
Minha gata-menina, meu baby, minha própria família. É estranho ainda, mas já imagino uma criança me chamando de mãe.  

Bye.