sábado, 28 de julho de 2012

Agir e não Reagir

linda, mas num dá pra ter em casa não!
 "E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra e fica infrutífera" (Mateus 13:22)
E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
Mateus 13:22"E
E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
Mateus 13:22
E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
Mateus 13:22
E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
Mateus 13:22
E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
Mateus 13:22

Estive orando ontem e pensando que continuo sendo a semente entre espinhos, da parábola do semeador (Mateus 13). Aí  procurei hoje algo sobre o fruto do Espírito, pois estou buscando o domínio próprio, em todas as áreas da minha vida, sobretudo a financeira, atualmente. Gastei mais do que devia nesse mês de julho, esquecendo que meu querido próximo salário só virá em setmebro. Jeová Jireh...

Achei uma aula pronta sobre o fruto e li algo sobre como os cristãos devem agir e não reagir às coisas. Interesssantísimo, visto que tenho a mania de dizer "ah, fui levada a fazer isso, levada pelas circunstâncias, e blá-blá-blá... " e nem sempre é assim. Também pode ser que seja, mas a mensagem que me ficou é que preciso agir e não ficar à espera de um milagre. É preciso agir, e aí Ele age também.

Logo depois, acertei a compra de uma arara, não é o bicho, é claro, pois esse eu teria que ter autorização do Ibama. Falo do artefato para pendurar roupas, geralmente usados em loja. Achei um em bom estado e barato, lá fui buscar. Lugar longe, trouxe no muque, depois no ônibus, e, perto de casa, antes do meu querido morro, tentei vir de táxi, mas o artefato, ainda que desmontado, não coube. Vim a pé e me senti como Jesus Cristo carregando a cruz. Evitei de reclamar e venci o morro só de pensar em tudo que Ele passou lá, de verdade, por todos nós. O que eu passei carregando uma arara e fichinha. As agruras dessa vida, previstas por JC, são fichinha perto do que Ele passou. Portanto, vamos agir. Ninguém vai me crucificar por viver de acordo com seus preceitos, ainda que eu esteja longe disso, mas me esforçando. Ninguém vai me açoitar por falar que também sou filha de Deus, que creio nEle; os tempos são outros graças ao sacrificio de JC. Ele é o cara.

E no meu percurso ao gólgota, digo, para casa, passavam carros e pessoas, e só olhavam, ninguém ajudou. Ninguém ajudou JC, exceto Simão, que foi meio que obrigado a fazê-lo. Não afirmo que ajudaria alguém que estivesse carregando algo, mas acho que as pessoas poderiam ter menos medo e mais atitude e bondade, viver mais de acordo com o bem, e não o mal. Sinto falta de bondade até mesmo dentro de mim, bondade gratuita sim, porque é isso que JC pregava, todo o bem gratuito que se puder fazer. Ainda que te cuspam, que te batam, que te crucifiquem. "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me". (Mateus 16:24). A cruz é a renúncia de si mesmo. Quer cruz mais pesada? Que assim seja, amém. Carpe Diem, a cada dia.