sexta-feira, 5 de abril de 2013

H. Pylori


A partir de hoje, se a grana deixar, minha dieta será essa aqui. Descobri, indo hoje ao médico, que tenho uma bactéria no estômago, na verdade uma bactéria comum que muita gente tem, mas que pode ou não se manifestar pro mal. É claro que no meu caso ela fez questão de ser do mal e se manifestar. Eu já tinha cortado bebidas alcoólicas, café e refrigerante, agora só falta remover o estômago mesmo. Sim, porque comer só frutas (não cítricas), legumes e vegetais sempre refogados, lembrar que isso ou aquilo tem gordura ou ataca o estômago, bom, é coisa de nutricionista, ou de gente antenada demais no que come. Cortar frituras também, que são superiormente mais saborosas que coisas cozidas, mas tudo bem. E pensar que tem gente se acabando no torresmo com cachaça sem nada lhes acontecer... Mais um capítulo da injustiça do universo contra mim. A vida sem sabor.

Duzentos mil atrasos hoje e o preço do remédio pra matar a bactéria me fizeram chorar de raiva e tristeza. Pergunto, como sempre, por quê, por quê, por quê...

Alguma atividade agora na monitoria e subitamente uma sessão de fotos me distraiu e até me fez sorrir um pouco. O ser humano sabe disfarçar bem suas emoções quando quer e/ou precisa. Mandei um e-mail para o órgão competente aqui na universidade reclamando um pouco do papel relegado da monitoria e dando algumas sugestões. Acredito nas pequenas ações e procuro fazê-las, sem alarde. Mas algum reconhecimento é necessário, ás vezes. Como nesse concurso de literatura, por exemplo. Ah, meu livro! Vem ni mim 50.000!!! 

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