sábado, 9 de janeiro de 2016

Primeira postagem 2016

Nem me dei conta de que hoje foi sábado. Os dias aqui, para mim, passam como se fosse uma coisa só: todo dia, "nada" pra fazer - ócio criativo, talvez, apesar de que não tenho criado nada. Mas tenho visto e lido de um tudo: muitos filmes (Império, Transcendence, Mad Max, etc) e alguns livros (Conto de Natal, de Charles Dickens e sobretudo a Bíblia). Ganhei a Bíblia da Mulher e tenho me alimentado bem dela.
esqueci de pegar foto no face

Viajar pra casa dos pais é voltar ao passado infantil. É bom e mau ao mesmo tempo, nos deparamos sempre com algumas mágoas, algumas falhas, alguns concertos. Certas relações a gente não entende porque é do outro; briga, chora, grita, se enraivece e, por fim - maturidade! - aceita e toca o barco.
Tem chovido bem em Sampa. Hoje a água caiu mesmo. Minha mãe e irmã viajaram pra Goiás. E eu cá estou com a minha moreninha, esperando a boa vontade do governo estadual pra voltar pra Bh. Na verdade faremos uma ponte Viçosa-BH. É bom viajar a sós, só com a moreninha, a gente se refresca e pensa em tudo melhor, estabelece planos, respira.

Sete, oito, nove. A Lídia toda hora conta os números assim, só do final. Começou com um dois, três quatro, mas acho que a dificuldade dos erres no meios dos números fez com que Lídia passasse logo pro final, mas não até o dez: eu sempre tenho que completar e ela sorri. Se brigo com ela, a pequena pede beijo e abraço. Se está com sono, fica tão chatinha e pede mamá o tempo todo. Sim, ela tem dois anos e dois meses e ainda mama. Olho pra ela e queria que todo mundo soubesse que ela é linda e meiga, carinhosa e já simpática. Flawless :)

Tenho que dormir. Na falta da possibilidade de fazer registros de tudo o tempo todo, preciso descrever bem as coisas, mas descrevo bem na minha mente, não com palavras escritas ou ditas. Sou ruim em comunicação. Não ter internet tem suas vantagens mas ainda me sinto um pouco excluída de tudo, parece até que da vida. Sei que não é assim e deveria ser o contrário, mas sempre nos sentimos excluídos sem internet e não com ela. Zumbis tecnológicos.