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Mostrando postagens de Setembro 7, 2011

Nas entrelinhas-diretas (mas ele não vai ler...)

Diante do meu amor, eu mergulho E desvaneço de medo Sim, de medo e dor Que você me fez passar
Uma decepção tamanha Comigo mesma Difícil de esquecer Pior de aceitar
Pensei, quanta mesquinhez E quanta (minha) estupidez Lutei pelo vento Quis segurar a força das águas
Talvez você não entenda Mas em poema pra mim é mais fácil dizer O quanto eu quis E não mais quero você
As dúvidas permanecem em minha mente E não sei saná-las E não sei evitá-las Tamanha vergonha e dor
Eu tentei entender E eu te entendo Mas o contrário não ocorre Então, é fim
E o que me mata É saber que minhas palavras e minha dor Não te alcançarão Não te tocarão fundo como eu intento
E o que me mata é a inutilidade disso De’u gastar uma página de Word Uma noite e pensamentos Direcionados a você
Sabendo que Nada adiantará E você continuará Na sua jornada torta.
O que me mata é não entender o porquê. Não entender nada.

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