sábado, 30 de março de 2013

Esse tal de rock'n'rol

Eu, Pasc...Israel e mãe :)

Chamar-se-ia Pascoal se o pai não tivesse já consigo o nome, antes da concepção: Israel. Aí veio o complemento, Marcos. O nascimento meio que forçado lhe imprimiu n'alma a forte ligação com a mãe. Bonds - novamente o inglês traduz quase que perfeitamente os laços afetivos-familiares. 

Já tinha duas irmãs. Era artista: desenhava mangás amadores sobre suas aventuras com a irmã (eu!). Por um motivo ou outro, rompeu com o desenho e foi pra música: violão, guitarra, tocar na Igreja, etc. na adolescência, o gosto pelo rock aflorou: grunge, punk, Nirvana e Green Day, pelo menos são os que me lembro. Com isso, aquele estigma dos 27 anos: não passaria disso. Hoje ele faz 27 e preocupo-me. Está tudo bem, irmão? Espero que sim. 

Hoje é páscoa, amanhã é Páscoa, nem sei. Sempre ganhávamos ovos, sem crença no coelhinho, sempre soubemos que nosso pai era o coelho, sem traumas por causa da criação cristã. Esse ano, o coelho sou eu mesma. Aliás, já sou eu há uns seis anos. Não deixo de comprar um ovo, ainda que nada tenha a ver com a verdadeira Páscoa, nem que seja um de 100g - minúsculo - como o foi esse ano. Diz uma lenda em inglês que o nome Easter - Páscoa em inglês - vem de Oistera ou Eostre, deusa Anglo-Saxã da primavera e da fertilidade. Em festivais oferecidos a ela, eram utilizados a lebre e o ovo, símbolos da fertilidade. Hoje em dia tudo se resume ao ovo de chocolate, daí a democracia Pascoal, "comemorada" até pelos ateus, o que não tem muito sentido a meu ver. Enfim...

Pascoal, isto é, Israel, espero que esteja bem e que tenha condições de comprar seu ovo, dar um para a namorada e lembrar-se de cristo também, que é o fato mais importante que trazemos desde nossa mais tenra infância. Irmãos, sempre, apesar dos pesares. Abraço, um beijo e um queijo, ou melhor, um chocolate de preferência branco. :)