terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Das coisas que não fazem sentido


Tem muita coisa em relacionamentos, na visão de homem e mulher, que não faz muito sentido. depois de ver este vídeo, talvez não faça sentido eu ler os "50 tons de cinza", cujo nome deriva do personagem machista principal, Christian Grey. O livro traz um tipo de relacionamento totalmente doentio entre uma mulher completamente insegura e um cara dominador, cujas atitudes são entendidas por ela como cuidado e amor. Não, eu não li, mas me senti tentada a ler. Eu me via assim, nessa condição de fragilidade há algum tempo, mas ando lendo blogs feministas e vídeos de todo tipo. Informação nunca é demais e na verdade é extremamente necessária nos dias de hoje. Este post do blog Escreva Lola Escreva foi especialmente inspirador para repensar certos fatos da vida e as atribuições dos papéis femininos e masculinos em nossa sociedade. A cultura do estupro, nome que particularmente achei forte, talvez exagerado, mas exatamente por eu estar sob ela, dita a regra de que o macho deve ir atrás da fêmea e insistir, até que ela ceda. Ou não. Cedendo ou não, ele tem direito de fazer o que bem entende a partir do momento em que ela esteja, como se diz, no território dele, ou que ao menos tenha passado pelas fases de beijo, amasso e ir pra um canto ou casa de um dos dois. Enfim, não faz sentido, mas acaba que pra gente, acostumado a isso, meio que faz. Meio que "é assim mesmo...". Mas não. 

Educação, como disse a moça do guest post de Lola, faz toda a diferença, desde o trato entre homens e mulheres até professores e alunos, pais e filhos, povo e político, beira toda nossa sociedade. respeitar a cabeça do público também né cara autora de 50 tons. Como disse o Felipe Neto, do vídeo, o livro é vendido como se fosse um romancezinho para adolescentes, está aí completamente disponível, mas é um livro pornô.

Estamos na era virtual e é normal a comunicação unicamente online. E é importante ainda o papel de ouvinte sobretudo através de comentários, que é como sabemos se somos "ouvidos", isto é, lidos. Ou curtir, ou gostar. Todos precisamos ser ouvidos e todos temos algo a dizer, ainda que sejam besteiras do tipo dos 50 tons. Por trás dessas besteiras, dessa nossa atual literatura barata, mulheres estupradas sem saber? Homens estuprando sem saber? Nos vendemos tão facilmente assim? mulheres se portando feito adolescentes inseguras? É normal a insegurança na adolescência, mas depois disto permanecer num mundo ilusório sem saber dizer não? Virgindade ou pouca experiência não são problemas. O problema reside em como nos vemos, como a sociedade nos vê e que peso essa visão externa tem pra mim, em mim, na minha vida. Pensar dói, mas agir só por instinto é absurdo. Não faz sentido. 


O que é ter um blog e como manter amigos e relacionamento :)


Essa noite fiquei pesquisando coisas sobre como obter popularidade com um blog, o que fazer, etc. Algumas tentativas não deram muito certo, mesmo porque o perfil do meu blog não é de utilidade pública e prática. GustavoFreitas dá umas dicas bem legais aqui sobre isso. Estou lendo e, como tenho pensado em levar esse blog pra um nível mais sério, vou continuar lendo e tentando fazer as modificações necessárias. Mas não abro mão da minha liberdade de expressão, de falar sobre mim, de vez em quando indicar um filem ou música, enfim, tudo na tranquilidade de um texto livre sem compromisso prático, por que não? Se isso não casar com a popularidade, então continuemos assim, na invisiosfera :). Creio que com a página reflexões de teacher, eu ganhe um pouco mais de visibilidade, isso se consguir utilizar todas as ferramentas. Ah, coloquei já uma iamgem da campanha pela união de blogs. Para aderir ao movimento, basta seguir estas instruções. Com isso, já estou seguindo as instruções também de popularidade, mas continuo não falando nada sobre como fazer isso ou aquilo outro... preciso definir meu público-alvo, but don't. 

Estou passando ese carnaval todo literalmente MorandoSozinha. The girls viajaram e o amor está ficando por aqui. Nisso, pensei em escrever sobre relacionamentos, mas cada qual tem as suas particularidades e eu estou ainda engatinhando nesse universo do compromisso, sentindo algumas faltas daqui e dali. Não sei se já falei isso, mas dois movimentos acontecem quando estamos namorando: ficamos com o love o tempo todo e não temos tempo ou sequer nos lembramos dos amigos, de manter contato com eles. E estes, por sua vez, nos chamam por uma ou duas vezes e desistem, indo caçar os solteiros ou os mais desencanados, ainda que comprometidos. Assim, fica cada um no seu quadrado, se falando por redes sociais, ainda mais quando o amor do seu amigo/a não lhe agrada muito, por n razões. Bom, então é preciso que cultivemos a vida fora do relacionamento, com certos cuidados em não magoar o amor recente e em fazer que os amigos entendam. Meu caso parece ainda mais complicado quando penso na questão religiosa e em como decidi parar de badalar por ai. Bom, mas ja estou com sono e este post está objetivo demais pro meu gosto. Boa noite!