terça-feira, 17 de abril de 2012

Pra toda ação...


Não sei como as coisas devem ser e isso me preocupa. Cancelei uma compra inútil pela internet, uma que me traria problemas sérios, quiçá gravíssimos; mas acaba que fiz algo movida pelo sentimento conturbado que tenho tido ultimamente... e não, não direi o que. 

Não fui à igreja no último domingo. No domingo antes deste que não fui, me redimi de certa forma: era pra estar lá, participei da Santa Ceia de Páscoa, assisti partes do filme "A Paixão de Cristo", enfim, precisava estar lá. Agora estou cá e caindo, longe, tão longe do que quero, ou do que meu lado espiritual quer.

Sou má e não posso perder o controle. A compra e o que eu fiz seria e foi erro, respectivamente. Faço (in)justiça com minhas próprias mãos. O que faço? e conformar e tirar o melhor proveito disso, me aconselharam. Proveito? Onde está o proveito quando se é jogado na sarjeta, zero à esquerda, escanteio? 

Para toda ação, há uma reação. Temo e anseio pela reação. Prefiro levar mais uma a ficar inerte, conformada. Minha love life não é nada justa... Cala-te boca. Tudo é prova contra mim. Bye.