domingo, 25 de novembro de 2012

Hey Mr Tambourine man!

(este "vídeo" não tem imagens, somente a música)

Acabei de achar uma resenha crítica do filme "Mentes Perigosas", meu filme favorito de professor e alunos. Vale a pena ler aqui. Passei esse filme recentemente para uma turma minha, de dez alunos meio nem aí, como os do filme, mas acho que sem problemas tão graves quanto o de drogas, briga de gangues, gravidez, etc. Meus alunos também são de escola pública, mas eu leciono para eles em um curso de inglês. No início do filme, os alunos da professora Louanne, ex-marine, estão catnado rap, ouvindo música, o que não difere muito dos meus que, além de ouvirem música, cantar e falar sem parar, tem a tecnologia avançada ao alcance, celulares com acesso à internet, recurso do qual lançam mão durante as aulas. Às vezes tenho vontade de torcer os pescoços deles... mesmo.  Um celular pra mim tem que ser bomitinho, moderno, claro, mas basta fazer e receber ligações.

Adoro esse filmes sobre a relação professor-aluno, ensino-aprendizagem, não pra mostrar aos alunos como devem se comportar (na verdade também rsrs), mas pra que eu lembre também o que estou fazendo e como posso agir em certas situações. Em suma, esses filmes são inspiração, até mesmo o de Cameron Díaz fazendo uma professora totalmente fora dos eixos em "Professora sem classe". Detestei ela, mas também detestei aquela professora toda certinha, que parecia se preocupar com os alunos, mas suas aulas eram um porre, tratava adolescentes como retardados, achando estar fazendo o melhor. O melhor professor dali, ainda que um tanto escroto, com quem a professora sem classe acaba ficando, é o de educação física Russell (Jason Segel). Ele confessa que gosta daquilo tudo ali, apesar de tirrar um sarro de tudo, tal como Elizabeth, a sem classe. 

Estou tão "pedagógica" hoje... Talvez pelo que me espera na vida profissional no ano que vem, um mestrado e uma proposta de trabalho altamente interessante e rentável. Thanks God. Quem sabe num é hora de reverter de vez minha situação financeira!

Enquanto isso, o amor me controla e move. Boa noite.

Diamantes


Nasci evangélica, não cega. Aliás, acho que ninguém nasce nada... por algum motivo, temos pré-disposições para certos tipos de doença e comportamento, e vamos sendo moldados pelo meio, pelos pais, amiguinhos, colegas, professores, amores, desilusões. As piores e melhores lembranças sempre ficam, se revezando. Vão e vem. Ficam, são parte de nós. Rose, com seus quase cem anos de idade, chorou contando sua história de amor com Jack. Ah, se meu choro fosse porque meu amor morreu, mas não... às vezes o choro é bem pelo contrário...

Loucura. "Ilha do medo" filme de Dicaprio com Mark Ruffalo, dirigido por Scorcese, bom. Não sei de onde vem a homossexualidade, mas não cometerei a loucura de ser conivente com a matança de pessoas que escolheram esse caminho. Porque é escolha, consciente ou não. E não sei onde está a sanidade e a loucura em cada um de nós. Atuar é loucura. Eu atuo. Logo, sou louca. Na peça, eu vou fumar, enlouquecer, cantar descompassadamente e tomar um tapa. São duas cenas que faço, já decorei as falas de uma delas. Falo de loucura porque às vezes sinto que posso estar imaginando tudo, a minha vida toda como uma grande farsa que imagino. Que criativa e masoquista seria eu!

Nós sempre tiramos fotos, eu me irrito, quero mais, mais da vida, dele, dEle, de tudo... Aí fazemos dois meses, vou pra casa dele, tudo fica em paralelo, minha vida em suspenso, estou no mundo dele, nele. Brincamos na cama, no sofá, rimos, choramos e nos zangamos, fazemos planos mirabolantes, não sei o que vai ser...

E você, tá "olhando-lendo" o quê? Gente doida...

Texto doido...

Que nem diamante que sou: precisa de ser lapidado.

E as feições de Leonardo DiCaprio continuam tenaz e suavemente perfeitas, sem contar aquele azul dos olhos.

Noite, como dizem os caipiras.