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Mostrando postagens de Maio, 2016

Sobre a criação de filhos

Fico cada vez mais preocupada com os teens de hoje: tão irresponsáveis, promíscuos, muitos já são "mães" e "pais". Coloco entre aspas porque em sua maioria eles não criam os próprios filhos, o papel sempre fica relegado aos avós, que ganham não um neto, mas mais um filho indesejado. Óbvio está a objeção que faço à gravidez adolescente. Aliás, diria até contra o sexo entre adolescentes porque se não sabem ou não querem se prevenir, não podem fazer. Se não trabalham e não são emocionalmente estáveis (minimamente) não podem ter filhos. E geralmente não é uma decisão consciente, simplesmente "aconteceu". Ah vá.... Opiniões radicais à parte, creio que tudo começa na criação do menino e da menina, que é bastante diferente. Se o menino sente vontade de fazer xixi no meio da rua, os pais levam ele num canto qualquer pra fazer, enquanto que a menina não pode; brincar de carrinho, usar boné e andar de skate é coisa de menino; e por aí vai. O menino quase homem pod…

Passport e a passagem do tempo

Meu passaporte venceu hoje, em branco. Nenhum carimbo de viagem a país nenhum. Uma grande frustração para mim. Sempre que vejo fotos de amigos que viajaram pra outro país, uma tristeza profunda me toma. Parece tão fácil para eles! E nunca o foi para mim. Durante minha graduação, todo ano tinha bolsas, mas eu nunca tentei, e nem cheguei a me informar se eram bolsas integrais ou parciais. Achava que meu inglês wasn't that good, então nem tentava, e esperava também que algo pra levasse pra lá, não sei o quê. Então resolvi tentar no meu último ano de graduação, acho. Fui a Juiz de Fora, fui a São Paulo, conversa com banco daqui e dali, tudo vão. Pelo empréstimo e prazos, vi que não valeria a pena, juros altíssimos. Cheguei ao departamento de letras e comuniquei que não iria mais. Me aconselharam a ligar para uma professora que podia ajudar, mas ela apenas disse "que pena". Foi a pá de cal final. Todos os outros participantes do programa eram jovens de classe média, média al…

Só pra mudar um pouco... (do dia 14/05/16)

... alisei cabelo, fiz mão e pé;
... "descobri" um instrumento chamado bandura, parente da cítara e do alaúde;
... senti extrema falta de conversar com certos velhos amigos - quase ex-amigos;
... repensei a vida;
... repensei a vida;
... repensei a vida;
... repensei a vida;
... e neste belo dia resolvi mudar, evoluir um pouco a cada dia.




Niver de mamis
Mamãe completa 6.3 no dia de hoje. Recentemente fez uma cirurgia e espero que esteja bem. Pois é, não sei bem se está porque moro em BH e ela em Sampa e me comunico pouco. Ela virá passar uns dias aqui.



Baby I'm back

Olhar

Eu sou o lugar pra onde olho
E de onde olho
Pra onde vou
E de onde venho
Sei onde estou
Já pra onde vou...
Só olho.
Consegui um empréstimo de notebook na escola e meu marido o arrumou. Cá estamos! internet e tudo mais, enfim.  é bom escrever novamente, mas o tempo é sempre pouco, ainda mais para professor em final de bimestre e início de outro. Haja paciência para diário eletrônico de classe, alunos correndo atrás... Mas hoje terminei de fechar todas as notas com a graça do boníssimo Deus. "Porque dEle e por Ele e para Ele são todas as coisas". 

E nessa sexta 13 lembrei dos meus 20 anos de carreira literária, não devidamente reconhecida, é claro, mas a tenho. Em comemoração a ela e por ocasião de assistir a um video de uma música divina tocada por uma ucraniana com seu rico instrumento chamado bandura, eis estas palavras: 


Música
Faço música, mas não como os outros
minha música é calada
lida num canto qualquer
de uma estrada.

Faço música sem partitura
uma música castrada…