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Atlas e clichês - não sei escrever


Acordei com o peso do mundo nas costas, tal qual Atlas. Uma preguiça sobrehumana que me faz ficar deitada; um sonho que de tão real, no que acordei, tornou-se um infinito pesadelo que me fez chorar escondida no banheiro, com a minha velha questão nunca respondida na cabeça: por quê?? Logo após, me acalmei, mas a preguiça perdura. Li um pouco do livro JESUS que ganhei, mas a preguiça em embrutece... as coisas todas que tenho que fazer me embrutecem as well. Trabalhar, fazer reuniões, tomar decisões, oh my...  queria ter tido férias de verdade, não somente duas semanas, que acabam nessa. E também precisaria de dinheiro... Continuo a mesma reclamona de sempre...

Vamos mudar, vamos mudar, vamos mudar, vamos mudaaaaaaaaaaar! Estou vazia, sem o que dizer... parece que as coisas ficam suspensas até a gente começar a viver, a saber que é 2013, que é uma nova fase e blá-blá-blá ... e começar, deslanchar, sei lá. Vamos rir, como quase estou agora, assistindo um filme comédia romântica. Ria, ria muito até doer, mas essa dor será melhor que a dor de um coração pesado, que desprezo e rejeito neste exato momento. Ufa!

Vamos amar. Comecei a amar, comecei a escrever um livro também, comecei tanta coisa e tive que parar. Ah, acabo de achar um dos primeiros livros que ganhei na vida... estamos em "reforma" aqui em casa, em São Paulo. Jogando fora o que não presta. Eureka!

Vivamos, sempre. Escrevamos e choremos e soframos. Como estou puro clichê hoje, ces't la vie. Au revoir.

P.S.: Amor, te amo :)

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