Pular para o conteúdo principal

Momento mamãe babona :)


Lídia fez seis meses há uma semana. Passa mesmo bem rápido esse tempo entre o nascimento dela até agora, apenas seis meses, já seis meses. De quietinha e só dormindo, ela passou a super acordada, agitada, mexe bracinhos e pernas o tempo todo. Chora e reclama, dá sinais de raiva e muita braveza sempre que contrariada! No banho, bate na água e me dá um banho também. Olha para ela e me pergunto se é verdade, se sou mesmo a mãe dela - ela já diz mamá, mamã - mal acredito, sei lá, até pouco tempo eu estava sozinha, perdida, pensando em que rumo tomar na vida, aí veio o amor, o papai, aí veio ela, a minha doçura, minha princesa. Temos passado por muitos problemas, mas quando eu olho pra ela me animo de novo, sei que não posso nem devo vacilar, é respirar fundo e seguir em frente. Tudo parece um grande clichê agora, mas é isso mesmo: ser mãe é padecer no paraíso. Às vezes perco a paciência, quero dormir, quero assistir tv, fazer as coisas em paz, Lídia não deixa, mas aí lembro que ela é só um bebê, meu bebê, minha responsabilidade. Me encho de orgulho por tê-la, duas horinhas longe e já corro pra casa, sem créditos no celular, não sei se está bem, se chora com o papai, se está dormindo. Ela já senta com apoio, pega objetos (leva tudo à boquinha), olha para tudo e todos com curiosidade, enfim... minha bebê, linda, linda, linda; meu presente, meu tesouro, meu maior orgulho, minha filha!

É tão maluco e tão bom ser mãe, é uma sensação inusitada, nem sei. Hoje acordei assim, só na dela, na minha pequenina Lídia. te amo, filhotinha! :)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Cabana

Estreando essa Coluna de quinta, vou falar sobre o filme A Cabana (The Shack). Demorei um bocado para falar sobre o filme, minha vontade quando assisti o filme foi sair dali e correr pra fazer uma resenha linda, elogiando altamente o filme. Porém ponderei e deixei a emoção esfriar. A maioria dos cristãos, os mais estudados, está fazendo duras críticas ao filme. Este vídeo é bem interessante e prova disso. Não discordo dele em muita coisa, porém em algumas coisas discordo e vou explicar o meu ponto de vista. O MEU ponto de vista. Este outro vídeo já fala bem, levando em consideração apenas a mensagem geral do filme: que Deus deseja ter um relacionamento pessoal com cada um de nós. E isso, para nós cristãos, é um fato.

Desde que li o livro e soube do projeto do filme, porque já havia a ideia de transformá-lo em filme, fiquei na expectativa do filme. Confesso que quando leio, não consigo visualizar bem o que está escrito, e um filme me ajuda muito. Aí saiu e qual não foi a surpresa quan…

H. Pylori

A partir de hoje, se a grana deixar, minha dieta será essa aqui. Descobri, indo hoje ao médico, que tenho uma bactéria no estômago, na verdade uma bactéria comum que muita gente tem, mas que pode ou não se manifestar pro mal. É claro que no meu caso ela fez questão de ser do mal e se manifestar. Eu já tinha cortado bebidas alcoólicas, café e refrigerante, agora só falta remover o estômago mesmo. Sim, porque comer só frutas (não cítricas), legumes e vegetais sempre refogados, lembrar que isso ou aquilo tem gordura ou ataca o estômago, bom, é coisa de nutricionista, ou de gente antenada demais no que come. Cortar frituras também, que são superiormente mais saborosas que coisas cozidas, mas tudo bem. E pensar que tem gente se acabando no torresmo com cachaça sem nada lhes acontecer... Mais um capítulo da injustiça do universo contra mim. A vida sem sabor.
Duzentos mil atrasos hoje e o preço do remédio pra matar a bactéria me fizeram chorar de raiva e tristeza. Pergunto, como sempre, por…

Inutilidade pública - a história de Benê

O que é ser (in)útil?


Benê se sentia inútil. Vivendo de aluguel com uma gata e uma cadelinha, ia empurrando as coisas com a barriga (literalmente). Desempregado e acima do peso, gostava mesmo era de comer, jogar video game e conversar com friends pelo cell phone. A cadelinha era sua melhor companhia. de vez em quando gritava com ela, tocava-a de onde estava, mas ela logo voltava feliz lhe abanando o rabo. Já a gata não. Olhava-o com altivez, as vezes se roçava em suas pernas, recebia seu carinho e até dormia com ele, mas se irritada, arranhava-lhe sem dó e de repente. Benê tinha vários arranhões, mas amava aquela gata sem bem saber por que. De vez em quando ela dava um sumiço, mas sempre também voltava, com parcimônia. Estava sempre pronta para partir. 
Benê comia porcarias, e comida boa em quantidades rinocerônticas, mas gostaria de mudar se não fosse essa imensa, intensa e incontrolável fome que sentia. A comida era a única fonte e prazer que enxergava, rápida e concreta. Um dia pas…