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Joga pedra na Geni

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Fiz a prova, cansei-me. Caminhava de volta Pà casa quando em bosta de cachorro derrapei e na minha blusa um pombo fez seu depósito aéreo. Sinais bons para o mestrado? Há de ser... Lembrei que ontem assisti o programa De Frente com Gabi, pela internet, porque o canal misteriosamente saiu fora do ar, não sei se foi só na minha televisão. Aí claro que teve comentários a respeito hoje no face. Não sei, não sei. Só sei que creio em tudo que o Pastor Silas Malafaia disse. Agora se ele usufrui indevidamente dos ganhos da Igreja, isso é um problema dele, ele vai ter que prestar contas ao Altíssimo. Continuo fazendo a minha parte dizimal e a não ceder aos desejos, o que parece loucura, já que a filosofia atual é seguir sempre os desejos, o importante é ser feliz não importa como. Tem gente que é feliz matando... Fiquemos com os vídeos, antes de opiniões de ui, eles só querem seus direitos, ui, eles exigem o dízimo... as pessoas realmente não se entendem e não O entendem.  ...

Ars

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Sinto que amo sem vírgula nem aposto aposto no futuro do pretérito, subjuntivo tão subjetivo é esse amor Rebeca Melo, eu :) Somos completamente antisociais. Ficamos perdidinhos, não sabemos se um, dois ou três beijos, se abraça, se só aperta a mão. Etiqueta, nos interessamos, mas só como arte a estudar, não como prática a exercitar. Moda, conceitos, decoração, poesia, literatura, pinturas, desenhos, quadros, entendemos de tudo um pouco. Altamente sensíveis, sabemos ouvir muito mais do que falar, porque nos falta a habilidade de boa comunicação oral, apesar da nossa ânsia por essa comunicação, que acaba saindo em forma de arte, das mais variadas, desde grafite ao ballet . Nossa arte é nossa fala.  Mas tem as crises: de identidade, de nervoso, estresse, esquizofrenia, bipolaridade, distimia, depressão, tão comum a nós. Alguns tem pouco ou nenhum controle sobre isso. Se matam. Cortam a própria orelha. Tomam veneno. Apunhalam o próprio peito. Ou até mesmo continua...

Das coisas que sei - ou um pouco da minha Saga, part I

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Eu que tinha tudo, hoje estou mudo, estou mudado, à meia noite, à meia luz, pensando, daria tudo por um modo de esquecer...   Tem hora que dá um nó, uma saudade de coisa que só nos fez mal, tipo no meu caso cair na gandaia, sair. Não posso. Tenho a doença da falta de domínio próprio: minha vontade está à mercê do outro, o que disserem, assim será.  Na minha primeira década de vida meu mundo e tudo o mais foi regulado por meus pais e a Igreja (evangélica). Eu estava bem, estabilizada, descobrindo o mundo em que vivia e absorvendo-o. Fui a criança bicho do mato. Fiz xixi na calça na escola por vergonha de pedir à professora para ir ao banheiro, já que ela negava tal pedido aos meninos bagunceiros, fato que eu não captei na época. Fugia das aulas de educação física por pura falta de interesse nelas e posteriormente por vergonha de minhas pernas foliculosas e finas. Meus irmãos eram os meus amigos. Tudo estava bem porque meus pais é que eram os adultos que cuidavam de...

Ensaio sobre a pobreza

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"Eu só quero é ser feliz andar tranquilamente na favela onde eu nasci e poder me orgulhar e ter a consciência que o pobre tem seu lugar" Sempre declarei em alto e bom som que sou pobre. E o que é ser pobre? Envolve muita coisa, tal como falta de acesso à uma determinada sociedade/cultura que frequenta teatro, desfiles de moda, museus, livrarias renomadas, tardes de autógrafos, cursos gastronômicos, de decoração, de moda, festas badaladas, música erudita, se veste bem (roupas caras das marcas consideradas melhores), mora bem (mansões, de preferência, ou modestas casas recheadas de bom gosto, que seria ter bons móveis do tipo vintage, que agora estão na moda), porta-se bem à mesa, fala inglês fluente e domina seu idioma além de uma ou outra língua, entende de música, lê poesia, pode falar dos mais variados assuntos, dentre outras características. Bom, mas isso tudo acontece do outro lado também, talvez com menos requinte, mas os chamados pobres ou favelados tem...

As (im)possibilidades do amor

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Da cor do pecado. Novela global. Reinaldo Gianechinni e Thaís Araújo. Raça, classe social: A "neguinha" pobre com o branco rico e letrado. Deu certo na novela... Titanic. 1998, USA. Kate Winslet e Leonardo DiCaprio Classe social: o artista pobre que tira sorte grande indo viajar num luxuoso navio se envolve com a menininha rica, cansada de ser "pau-mandado" da mãe e da sociedade em geral. Deu certo no filme, isso porque ele acaba morrendo... Dirty Dancing. filme USA, 1987. Patrick Swayze e Jennifer Grey. Classe social: Menininha rica passa férias com a família em resort de luxo e cai de amores por professor de dança pobre e sedutor. Deu certo no filme... quer dizer, nem lembro direito rs... Friends with Benefits. filme USA. Justin Timberlake e Mila Kunis Amigos: amigos que combinam de dormir juntos eventualmente, sem nenhum compromisso, e acabam fisgados pela vontade de estar compromissados... bom, pelo menos foi isso que li, não assisti o film...

My life is brilliant, por Bruno HG

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Opa!!! E ai pessoal tudo bem, resolvi dar uma passada aqui no blog, na maioria das vezes sou muito citado, hoje eu mesmo escrevendo. A Rebeca é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, quando a conheci usei meu jeito Mineiro kkkkk, bom a Rebeca surgiu em uma fase de tribulação o falecimento da minha mãe, Ela é minha flor linda sempre carinhosa ,atenciosa, e um detalhe gosta de mim do jeito que sou , ela me deu um novo ânimo , caminhamos juntos, voltamos para o Braços de Deus. A mudança pra Ponte Nova , os estudos, vim parar em Viçosa-MG, no inicio achei estranho, mas conforme o tempo foi passando comecei a ver como as coisas por aqui funcionavam. Mas antes de chegar nessa parte, quero contar um pouco mais como cheguei a Viçosa MG. Morávamos em Belo Horizonte, na verdade perto, uma cidade chamada Sabará, lá eu passei boa parte da minha vida em um bairro de periferia conhecido como Córrego da Ilha, lembro da minha casinha simples, pequena em um morro sem muita ilumi...

São Paulo

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É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi Da dura poesia concreta de tuas esquinas Da deselegância discreta de tuas meninas Sampa - Caetano Veloso Mudei pra lá com 4 anos. Morávamos bem perto do Anhangabaú, passeávamos no viaduto Santa Efigênia, viaduto do Chá, íamos ao Municipal - infelizmente só do lado de fora - e ainda existia o Mapping... A cidade era minha, nossa, de meus irmãos, nosso parque tão particular e tão público. Gostávamos de pegar metrô, passar na catraca, tentar se equilibrar dentro dos vagões brincando de surfista, ir à Biblioteca nos fins de semana, passear no centro, visitar o Museu do Ipiranga, o Parque Dom Pedro, a Praça da Sé, ponto zero da cidade. No meio da praça tem uma espécie de mapa em pedra, no topo de uma pequena "construção", não sei o nome, mas que pra mim era gigante, nunca alcancei. Tenho uma cicatriz de quando me machuquei ali num momumento que tem ou tinha na Praça Clóvis. Pegar ônibus elétrico ou chifrudo era uma...