Pular para o conteúdo principal

cigarrtes and alcohol part III - HELP!

OIS.

MERDA! eu tinha escrito uma postagem super boa ontem as 23:32 exatamente(!) e puff, de repente ocorreu um erro! ai ai...
vamus à segunda tentativa. Cigarretes and alcohol desse fim de semana fikou por conta de Am e amigo no galpão...hehe eu só bebi um copo de caipirinha. Raulzitles! tava d+, muito bom! Pedimos help e eles nos socorreram mesmo rsrsrsrs...eu e Am na nossa velha coreografia de Help: "Help me if you can I'm feeling down and I do apreciate you being round...help qith my feet bak on the ground...won't you please, please help me!" DEMAIS! tava muito bom. Saímos as 4 da matina, ai eu liguie pro meu C, mas ele nem retornou, só de manhã me mandou mensagem dizendo que nao tinha ouvido o celular, que estav em sua bermuda jogada na roupa suja (rsrsrsr...) me pediu desculpa e disse que nem daria pra eu ir pra lá mesmo, já que o irmão dele tava lá neh..Perguntei se podiamos nos ver no domingo, mas ele disse q dia de FA é tenso. Tenso d+! quem compete com isso? :


ele disse que hj talvez...mas hj tenho muito que estudar para estilística, matéria interessante.
Ontem fui à igreja e voltei com um peso nas costas de novo. Isso tem sido constante, n~çao aguentei a pressão e chorei com Deus ao chegar em casa. Fikei com raiva dEle e disse isso. Pedi perdão, passou. Sou humana e não estou aguentando mais tanta presssão pra ser a perfeita! Fikei muito chateada mesmo, mas agora to bem. Quando to na igreja sinto que não posso viver sem Ele, e não posso mesmo, mas quando saio, não sei mais como agir, apesar de ter acabado de receber "instruções divinas". è muito dificil viver nessse mundo sem, digamos, usufruir dele, em todos os bons e maus sentidos. deus me perdõe. Sei que vai.

ainda ontem a noite, não querendo dormir, terminei de ler o texto 8 de estilistica (YES!) e de comer os bombons da caixa que C me deu. "acostuma não, hein" ele me disse. Bão d+!

Vou parar por aki antes que perca de novo essa postagem. Bye!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

H. Pylori

A partir de hoje, se a grana deixar, minha dieta será essa aqui. Descobri, indo hoje ao médico, que tenho uma bactéria no estômago, na verdade uma bactéria comum que muita gente tem, mas que pode ou não se manifestar pro mal. É claro que no meu caso ela fez questão de ser do mal e se manifestar. Eu já tinha cortado bebidas alcoólicas, café e refrigerante, agora só falta remover o estômago mesmo. Sim, porque comer só frutas (não cítricas), legumes e vegetais sempre refogados, lembrar que isso ou aquilo tem gordura ou ataca o estômago, bom, é coisa de nutricionista, ou de gente antenada demais no que come. Cortar frituras também, que são superiormente mais saborosas que coisas cozidas, mas tudo bem. E pensar que tem gente se acabando no torresmo com cachaça sem nada lhes acontecer... Mais um capítulo da injustiça do universo contra mim. A vida sem sabor.
Duzentos mil atrasos hoje e o preço do remédio pra matar a bactéria me fizeram chorar de raiva e tristeza. Pergunto, como sempre, por…

A solidão do professor

Pouco se fala sobre um sentimento que por certo atinge o professor: a solidão. Fala-se em valorizar o profissional, em melhorar salários, em aperfeiçoar a formação, capacitar sempre mais. Não se lembra que é uma profissão que precisa de cuidado psicológico. Você briga com e contra os alunos muitas vezes. Você tenta abrir suas mentes para o novo, o velho, fazer as conexões, entender, aprender. E tem hora que parece que a gente desiste. Que quando vem um comentário altamente crítico ao seu fazer, desmoronamos. Poxa, tanto esforço pra nada!? A falta de retorno positivo, de um elogio, um abono, uma promoção é deprimente. Desgastante. Falta retorno do aluno também. Pelas provas, nada sabemos. Não conseguimos tampouco estabelecer uma relação ais próxima com cada aluno. Nenhum deles vem e diz, "nossa professor, aprendi tanto na aula de hoje!" (pode ser que algum faça, na faculdade talvez). A gente tem que advinhar as dúvidas, o que poderia ser mais dificil ou não, e segue o ritmo …

Inutilidade pública - a história de Benê

O que é ser (in)útil?


Benê se sentia inútil. Vivendo de aluguel com uma gata e uma cadelinha, ia empurrando as coisas com a barriga (literalmente). Desempregado e acima do peso, gostava mesmo era de comer, jogar video game e conversar com friends pelo cell phone. A cadelinha era sua melhor companhia. de vez em quando gritava com ela, tocava-a de onde estava, mas ela logo voltava feliz lhe abanando o rabo. Já a gata não. Olhava-o com altivez, as vezes se roçava em suas pernas, recebia seu carinho e até dormia com ele, mas se irritada, arranhava-lhe sem dó e de repente. Benê tinha vários arranhões, mas amava aquela gata sem bem saber por que. De vez em quando ela dava um sumiço, mas sempre também voltava, com parcimônia. Estava sempre pronta para partir. 
Benê comia porcarias, e comida boa em quantidades rinocerônticas, mas gostaria de mudar se não fosse essa imensa, intensa e incontrolável fome que sentia. A comida era a única fonte e prazer que enxergava, rápida e concreta. Um dia pas…