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Invictus

Hj minha aula de inglês foi filme no carcará, Invictus, uma boa pedida. Gostei muito, mas chorei tbm...o filme é emocionante, mas não é para tanto; acontece que tem rugby, e rugby lembra FA, futebol americano... akeles homens do rugby correndo, fortes, altos, corpões...claro que me levou diretamente para o campo ao lado do Itau; claro que me levou diretamente para ele; claro que me levou a pensar nos nossos encontros, nas noites que não tivemos, na noite que eu sempre sonhei com ele. Fikei viajando, vendo o filme, chorando.
I am the master of my destiny; I am the captain of my soul.  As duas frases que Mandela diz no fim do filme, muito bom.

É estranho perceber que há tanto sentimento ainda em vc e o outro está vazio, indiferente. A gente não aceita, eu não aceito. Mas estou aprendendo, aos poucos, bem lentamente, que é assim mesmo, a vida é uma constante acomodação de novos valores e aprendizados; vc luta contra uma coisa ate que ela se mostra real e imbativel e vc tem que acomodá-la, se não no coração, na razão. Tudo tem de ser acomodado em nossa mente, com o tempo, muito tempo talvez, e muito sofrimento também, meio inevitável - ou não?.

Acho que estou caminhando para o melhor, não para o melhor de mim (talvez) mas o melhor que ainda está por vir, creio. Vamos vivendo, vamos vivendo comendo batata chips a essa hora, pensando no muffin nosso de cada dia, perdoai tantas calorias e sedentarismo. Mas como farei algum exercicio fisico sem lembrar-me do meu atleta adorado, amado, tão amado e desperdiçador desse amor. Poucas vezes gostei de alguém com alguma profundidade. E quando ocorre, é reciproco por um tempo, mas se dissolve; só que em mim demora pra dissolver; na verdade não dissolve, mas fica guardado, moido la dentro e tem possibilidades de despertar a qualquer momento, só ter estímulo.

Invictus, quero ficar invictus de alguma forma. quero sair, ser eu, me por pra cima, viver, viver sem ser escrava dos pensamentos sobre ele, ainda que me assaltem...imagine se me caso e ele resolve aparecer e...nao sei o que faria. Casada? provavelmente com o oposto lindo dele, que me ama de alguma forma, mas não diz, não se prende, não me fala nada...e ainda tem o outro das mensagens, o garoto do onibus...me manda mensagens sempre.

Mensagens, sinais...acho importante isso pra manter. Eu envio mensagens, sinais o tempo todo, mas é como se eu tivesse gritando trancada numa sala à prova de som. Ele é invictus pra mim, nesse sentido louco que inventei.

Changing the subject, mandei meu conto pro concurso literario (ja falei disso, não?). Meu sonho: que antes de meu nome apareça a palavra "escritora". Vai ser assim, vai, vai ser assim. Não me importo com mestre, doutora...educadora e escritora me fazem a diferença. E não importa se eu não tiver tais titulos; importa que eu seja tudo isso na prática, na sala de aula, na editora, onde estiver, educando as pessoas no sentido mais amplo. talvez seja minha "missão"; pelo menos é minha área de interesse. Bye.

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