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My life is brilliant, por Bruno HG

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Opa!!! E ai pessoal tudo bem, resolvi dar uma passada aqui no blog, na maioria das vezes sou muito citado, hoje eu mesmo escrevendo. A Rebeca é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, quando a conheci usei meu jeito Mineiro kkkkk, bom a Rebeca surgiu em uma fase de tribulação o falecimento da minha mãe, Ela é minha flor linda sempre carinhosa ,atenciosa, e um detalhe gosta de mim do jeito que sou , ela me deu um novo ânimo , caminhamos juntos, voltamos para o Braços de Deus. A mudança pra Ponte Nova , os estudos, vim parar em Viçosa-MG, no inicio achei estranho, mas conforme o tempo foi passando comecei a ver como as coisas por aqui funcionavam. Mas antes de chegar nessa parte, quero contar um pouco mais como cheguei a Viçosa MG. Morávamos em Belo Horizonte, na verdade perto, uma cidade chamada Sabará, lá eu passei boa parte da minha vida em um bairro de periferia conhecido como Córrego da Ilha, lembro da minha casinha simples, pequena em um morro sem muita ilumi...

São Paulo

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É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi Da dura poesia concreta de tuas esquinas Da deselegância discreta de tuas meninas Sampa - Caetano Veloso Mudei pra lá com 4 anos. Morávamos bem perto do Anhangabaú, passeávamos no viaduto Santa Efigênia, viaduto do Chá, íamos ao Municipal - infelizmente só do lado de fora - e ainda existia o Mapping... A cidade era minha, nossa, de meus irmãos, nosso parque tão particular e tão público. Gostávamos de pegar metrô, passar na catraca, tentar se equilibrar dentro dos vagões brincando de surfista, ir à Biblioteca nos fins de semana, passear no centro, visitar o Museu do Ipiranga, o Parque Dom Pedro, a Praça da Sé, ponto zero da cidade. No meio da praça tem uma espécie de mapa em pedra, no topo de uma pequena "construção", não sei o nome, mas que pra mim era gigante, nunca alcancei. Tenho uma cicatriz de quando me machuquei ali num momumento que tem ou tinha na Praça Clóvis. Pegar ônibus elétrico ou chifrudo era uma...

On the other side

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Tenho tido problemas com sono, não falta de, muito pelo contrário, excesso. Na minha análise pseudo-psiquiátrica-psicológica quiçá pedagógica, parece que me ocorre uma sublimação da vida no seu todo: enquanto sou completamente morta e sem nenhum sinal de entusiasmo para absolutamente nada, por outro lado meu corpo reage me dando excessos de coisas ruins: medo, ansiedade, apego ao passado, lembranças que nunca se apagam, preguiça, sono, cansaço, alergia ao calor, erupções cutâneas por conta disso, dores, fome, esta última justamente quando je ne pais d'argent e ainda me proponho a emagrecer, me exercitar, blá-blá-blá... balela, nunca cumpro. O que mais me está intrigando é o excesso de sono. Hoje mesmo estava lá na monitoria e ele veio e me pegou de jeito. Baixei a cabeça por sobre os braços na mesa e dormi, mesmo. Percebi uma movimentação do lado de fora da sala e despertei. Um pessoal usou a sala, com a minha permissão, ao contrário da professora que roubou a sala que es...

Pra você viver mais...

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"Não tenho muito tempo Tenho medo de ser um só Tenho medo de ser só um Alguém pra se lembrar Alguém pra se lembrar Alguém pra se lembrar" Canção Pra Você viver mais - Pato Fu Escolhi um título que remete a uma música, pus o vídeo de outra, uma citação da do título, eu sei, mas é isso, confusão e medo, e sensação plena de ter alguém com quem contar, sempre, certeza. Hoje completam quatro meses de quero-que-vá-pra-frente. A gente pode errar, mas estaremos nas mais belas e melhores intenções, ainda que não cheguemos lá: sempre penso nos poréns... Pra não falar mais, deixo que ele viva mais, não ele, mas o nosso amor, sim, o nosso discutível e louco amor... deixo o Poema de 4: 4 meses que parecem 4 dias, 4 horas, 4 semanas ou 4 anos Obrigada... 4 vidas que nossas (não) são: Professora, técnico em informática, Técnico em radiologia e poeta (poetisa?) Obrigada... 4 patas entre nós, a nossa, não mais minha, gat...

Códigos

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Há tempos penso em escrever sobre senhas, os códigos que aparecem antes de postarmos comentários em blogs e alguns sites. mas não sei o que escrever direito. Tenho lido, por conta da prova do master degree , que a palavra traz à existência o que não existe - dã, só agora o homem contemporâneo foi se dar conta de uma coisa que está escrita há séculos?? - e a iniciativa de quem a enuncia pode ser recebida na forma de estranhamento e rejeição, tal como Freud cunhou o termo inconsciente... E o que isso tem a ver com senhas, códigos de segurança? Não sei, mas me parece que não são coisas tão alheias assim porque têm o objetivo de provar que o ser que está na frente da tela é humano, homo sapiens. Sim, porque já me deparei com o seguinte: Prove que vc não é um robô. Digite o código abaixo. Ou ainda: prove que vc é real, prove que você é humano, etc etc. Humano, real, robô. Essas coisas fazem sentido? Sim, no nosso contexto atual tem um determinado sentido aceito, não são palavras des...

Invisibilidade da identidade

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"No pain inside... nothing can touch me..." Pink - Sobber Ainda tem a dor por dentro, mas vou levando... a dor é pior quando só se tem o apoio da solidão do próprio quarto, da cama, as lágrimas no travesseiro ou mesmo a máscara do eu-finjo-ser-forte... Tem os gigantes. Domingo na igreja falou-se de gigantes... quanto maiores, melhores, maior a vitória; mas que dá medo, dá! Eu consigo rir do meu sofrimento e dos meus amorecos de adolescência hoje, mas na época achava que aquela dor nunca ia passar... era um sentimento autêntico, a dor; a ilusão do amor, nem tanto. Espero que na próxima década eu consiga rir também, porque por enquanto, não. Tem os projetos. Vou subir de cargo, vou ter mais turmas, mais responsabilidade; vou ter possivelmente o mestrado, estudar mais a fundo coisas que nos inquietam a respeito da língua (estrangeira e materna) e seu processo de ensino e aprendizagem.  Identidades... me ocorreu hoje invisibilidade enquanto lia um texto para pro...

Olha, não sou daqui...

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Estou tentando não sofrer da minha ansiedade aguda. - Eu sabia o nome do distúrbio... - disse meu namo - Que distúrbio? - perguntei enquanto catávamos o macarrão cru que ele derramou todo no chão da cozinha, ao abrir tão delicadamente o pacote. - Esse distúrbio que você tem... na mesma hora que vc tá feliz, vc tá triste, na mesma hora que está triste, tá brava, feliz... - É distimia, mô, é daquele livro que eu te mostrei! - hm.. é... Eu sei o que tenho, como tenho, o que sinto, como sinto. Disse à ele que a música "Antes que seja tarde" do Patofú era pra mim, era minha, ele indagou por que, eu disse que explicava depois... e precisa? Na verdade continuo sob a mesma condição distraindo a verdade e enganando o coração... Mas precisa explicar sim, porque ele é claro e objetivo, e eu sempre quero que as pessoas simplesmente me advinhem, mas não são capazes, nem eu sou, apesar de que na maior parte das vezes faço sempre uma boa leitura alheia. Leio bl...